Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/20.500.11960/4256
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dc.contributor.advisorMendes, Sílvia Fernanda da Rocha Rodrigues-
dc.contributor.authorBarreiro, Diana Araújo-
dc.date.accessioned2024-12-09T15:05:01Z-
dc.date.available2024-12-09T15:05:01Z-
dc.date.issued2024-07-12-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/20.500.11960/4256-
dc.descriptionDissertação de mestrado apresentado para obtenção do grau de Mestre em Actividades de Fitness, na Escola Superior de Desporto e Lazer, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.pt_PT
dc.description.abstractObjetivo: analisar se o perfil de atividade física de sobreviventes de cancro da mama influencia a qualidade de sono. Métodos: 34 sobreviventes de cancro da mama (54,7±8,0 anos e índice de massa corporal de 25,58±4,21) participaram voluntariamente no presente estudo (parecer 29/A/2022 da Comissão Científica do IPVC). Após obtenção da história clínica, a atividade física foi avaliada através do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ) – versão curta. Posteriormente, os METs-min/sem foram calculados para atribuir a classificação de: i) inativas (≤600 METs-min/sem) ou de fisicamente ativas (FA; >600 METs-min/sem). A perceção da saúde e de qualidade de vida foram avaliadas através do questionário EORTC QLQ-C30. A qualidade do sono foi determinada através do índice de qualidade de sono de Pittsburgh (IQSP) que considera sete componentes: qualidade subjetiva do sono, latência do sono, duração do sono, eficiência habitual do sono, distúrbios do sono, uso de medicação para dormir e disfunção/sonolência diurna. A análise de diferenças entre os grupos inativo e FA foi realizada (nível de significância, p≤0,05). O tamanho do efeito (TE) foi calculado para determinar a magnitude das diferenças como: trivial (0,6-1,2), grande (>1,2-2,0) e muito grande (>2,0). A correlação entre as variáveis foi determinada através da correlação de Spearman. Resultados: 21 (61,76%) de sobreviventes de cancro da mama encontravam-se na fase pós-tratamentos e 13 (38,23%) na fase de tratamentos de cancro: quimioterapia (4; 11,76%) ou radioterapia (9, 26,47%). Do grupo de estudo, 25 sobreviventes de cancro da mama foram classificadas como FA (1108,89±136,91 METs-min/sem). A qualidade de sono foi classificada como “boa” em 15 (44,12%) sobreviventes. Embora sem significado estatístico na qualidade subjetiva do sono e eficiência do sono (p=0,06), o grupo FA apresentou melhor pontuação nestes dois parâmetros com um TE grande (TE=1,00) comparativamente ao grupo inativo. Não houve diferenças significativas na perceção sobre a saúde e a qualidade de vida (p>0,05) com um TE trivial. Uma correlação inversa foi observada entre o nível de atividade física e a disfunção diurna (p=0,02; r=0,44). Conclusões: os dados preliminares obtidos do presente estudo sugerem que a prática de exercício físico tende a melhorar a qualidade subjetiva do sono.pt_PT
dc.description.abstractAim: We sought whether physical activity status influence sleep quality in BrC survivors. Methods: Participants in an ongoing exercise intervention project from Viana do Castelo of exercise for women with BrC (n=34, 54.7±8.0 years) were included in this study [(IPVC Ethics Committee approved (29/A/2022)]. Data from present study was based on cross-sectional assessment. The Internacional Physical Activity Questionnaire (IPAQ) was used to classify BrC survivors as inactive or physically active (PA; ≥ 600 METs), after conversion of IPAQ into METs-min/wk. Also, BrC survivors completed the Portuguese version of the Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI), validated for cancer patients, which consider the following domains, subjective sleep quality, sleep latency, sleep duration, habitual efficiency, sleep disturbances, medication and daytime dysfunction. Perceived health status and quality of life were assessed by EORTC QLQ-C30. Statistic test for independent samples was used to determine differences between inactive group vs. PA group (significance was set at p≤0,05). Effect size (ES) was calculated to determine the magnitude of difference as: trivial (0,6 – 1,2), large (>1,2 – 2,0) and very large (>2,0 – 4, 0). Spearman correlation was also determined. Results: 21 (61,76%) of BrC survivors were in post-treatment phase, and 13 (38,23%) were in cancer treatment phase, including chemotherapy (4; 11,76%) or radiotherapy (9, 26,47%). Of all, 25 BrC survivors were classified as PA (1108,89±136,91). Regarding sleep quality, 15 (44,12%) BrC survivors obtained a classification of “good”. Although no statistical meaning, subjective sleep quality and sleep efficiency (p=0,06), PA group showed higher score large ES (ES= 1,00) compared to inactive group. No differences were found for Não health perception or quality of life (p>0,05) with trivial ES (ES=0,8). An inverse weak correlation was observed between total METs-min/wk and daytime dysfunction (p=0,023; r=0,44). Conclusions: preliminary data suggest that physical activity observed a weak trend towards better sleep quality in the physically active BrC survivors.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectExercíciopt_PT
dc.subjectDoente oncológicopt_PT
dc.subjectPSQIpt_PT
dc.subjectQualidade do sonopt_PT
dc.subjectExercisept_PT
dc.subjectOncologic patientpt_PT
dc.subjectSleep disorderpt_PT
dc.titleAssociação entre a atividade física e a qualidade do sono em sobreviventes de cancro da mamapt_PT
dc.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Atividades de Fitnesspt_PT
thesis.degree.levelMestrept_PT
thesis.degree.disciplineCiências do Desportopt_PT
dc.identifier.tid203741838pt_PT
Appears in Collections:ESDL - Dissertações de mestrado

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