Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/20.500.11960/4382
Title: Perfil da atividade física e o seu impacto nos sintomas urinários em pacientes com hiperplasia benigna da próstata
Other Titles: uma análise integrativa
Authors: Mendes, Sílvia Fernanda da Rocha Rodrigues
Lopes, Luís Frederico Azevedo Dias Branco
Ribeiro, Ricardo Jorge Teixeira
Rodrigues, Vitória Vaz Carvalho
Keywords: Exercício físico
Hiperplasia benigna da próstata
Saúde masculina
Qualidade de vida
Physical exercise
Benign prostatic hyperplasia
Men's health
Quality of life
Issue Date: 28-Jan-2025
Abstract: Objetivo: analisar o perfil da atividade física e o seu impacto nos sintomas urinários nos pacientes com o diagnóstico da hiperplasia benigna da próstata (HBP). Métodos: 16 indivíduos com diagnóstico de HBP [69,0 (14,0) anos] participaram voluntariamente no presente estudo (Comissão de Ética do Hospital da Prelada). O questionário de prontidão para a atividade física e o questionário internacional de atividade física (IPAQ) – versão curta foram aplicados. O peso, altura, índice de massa corporal (IMC), massa gorda e muscular, rácio cintura/altura foram determinados. Os dados obtidos no IPAQ foram utilizados para determinar os METs-min/sem e atribuir a classificação de i) fisicamente inativos (FI) (<1000 METs-min/sem) ou ii) fisicamente ativos (FA) (≥1000 METs-min/sem). Para avaliar os sintomas prostáticos foi utilizado o questionário internacional de sintomas prostáticos (IPSS) que fornece uma pontuação total, grau dos sintomas (leve, moderado e/ou severo) e o impacto dos sintomas na qualidade de vida. Os parâmetros, fluxo máximo e tempo foram determinados para analisar a fluxo urinário. Resultados: apenas 1 (6,35%) participante obteve um IMC normal, 9 (56,3%) com excesso de peso e 5 (31,3%) obesidade de grau I. No rácio cintura/anca, 6 (37,5%) indivíduos foram classificados como moderado, 3 (18,8%) no risco alto e 6 (37,5%) no risco muito alto. O grupo FI foi composto por 12 (75%) indivíduos enquanto que o grupo FA por 4 (25%). Embora sem diferenças estatisticamente significativas, o grupo FA apresentou (tendência) um menor rácio cintura/anca comparativamente ao FI [0,99 (0,13) vs. 0,96 (0,06), p=0,08; TE=1,02]. O grupo FA obteve um nível mais elevado de atividade física comparativamente ao grupo FI [2580 (2370) vs. 240 (420), p=0,01]. Do total, 3 (18,75%) indivíduos apresentaram sintomas severos, 9 (56,25%) sintomas moderados e 4 (25%) sintomas leves e um impacto na qualidade de vida de 3,5 (2,00). Não se observou alterações significativas entre os grupos FA e FI nos seguintes parâmetros: total de pontuação no IPSS, qualidade de vida, fluxo máximo e tempo. Conclusões: os dados sugerem que, no contexto do presente estudo, o nível de atividade física não influenciou os STUI, em indivíduos com HBP.
Objective: To analyze the profile of physical activity and its impact on urinary symptoms in patients diagnosed with benign prostatic hyperplasia (BPH). Methods: Sixteen individuals diagnosed with BPH [69.0 (14.0) years old] voluntarily participated in the present study (Ethics Committee of Hospital da Prelada). The Physical Activity Readiness Questionnaire and the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) – short version were applied. Weight, height, body mass index (BMI), fat mass, muscle mass, and waist-to-height ratio were measured. The data obtained from the IPAQ were used to determine MET-min/week and categorize participants as either i) physically inactive (PI) (<1000 MET-min/week) or ii) physically active (PA) (≥1000 MET-min/week). Prostate symptoms were assessed using the International Prostate Symptom Score (IPSS), which provides a total score, degree of the symptoms (mild, moderate, or severe), and evaluates their impact on quality of life. Parameters such as maximum flow and time were measured to analyze urinary flow. Results: Only 1 (6.35%) participant had a normal BMI, 9 (56.3%) were overweight, and 5 (31.3%) were classified as having grade I obesity. Regarding the waist-to-hip ratio, 6 (37.5%) individuals were classified as moderate risk, 3 (18.8%) as high risk, and 6 (37.5%) as very high risk. The PI group consisted of 12 (75%) individuals, while the PA group included 4 (25%). Although no statistically significant differences were observed, the PA group showed (tendency) a lower waist-to-hip ratio compared to the PI group [0.99 (0.13) vs. 0.96 (0.06), p=0.08; TE=1.02]. The PA group exhibited a higher level of physical activity compared to the PI group [2580 (2370) vs. 240 (420), p=0.01; TE=2.62]. Of all, 3 (18.75%) individuals had severe symptoms, 9 (56.25%) moderate symptoms, and 4 (25%) mild symptoms, with a reported quality-of-life impact score of 3.5 (2.00). No significant differences were observed between the PA and PI groups in the following parameters: total IPSS score, quality of life, maximum flow, and time. Conclusions: data suggest that, within the context of the present study, the level of physical activity did not influence LUTS in individuals with BPH.
Description: Dissertação de mestrado apresentada para obtenção do grau de Mestre em Atividades de Fitness, na Escola Superior de Desporto e Lazer, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.
URI: http://hdl.handle.net/20.500.11960/4382
Appears in Collections:ESDL - Dissertações de mestrado

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